Com o avanço do Gemini, sua IA própria, o Google deixou de funcionar apenas como uma lista de links e passou a entregar respostas prontas. Ao fazer uma busca, o usuário já encontra um resumo com as principais informações, gerado automaticamente pela IA.
Antes, bastava ter um site ou estar presente nas redes sociais. Hoje, o mais importante é que o Google consiga entender claramente quem você é, o que você faz e como se posiciona.
E ele não analisa apenas um canal. A inteligência artificial cruza informações de diferentes fontes, como site, Instagram, Google Meu Negócio e outras plataformas. Ou seja, quanto mais alinhadas e consistentes forem essas informações, maiores são as chances de você aparecer nessas respostas.
Por isso, o básico bem-feito ganhou ainda mais importância.
Manter seus canais atualizados, com informações simples, diretas e organizadas, faz diferença. Dados como nome da empresa ou profissional, cidade, tempo de atuação, diferenciais e tipo de atendimento precisam estar claros — e, principalmente, iguais em todos os canais.
Outro ponto importante é a forma como o conteúdo está estruturado.
Usar títulos, listas e até perguntas e respostas (FAQ) facilita a leitura — tanto para as pessoas quanto para a própria inteligência artificial. Esse tipo de organização ajuda o Google a interpretar melhor suas informações e a utilizá-las nas respostas que apresenta.
E tem um detalhe que muita gente ainda evita, mas que agora faz sentido: repetir informações.
Reforçar dados básicos em diferentes canais não é um problema. Pelo contrário, isso ajuda a consolidar sua presença digital e aumenta a chance de o Google confiar nessas informações.
No fim, a lógica ficou mais simples — e mais exigente ao mesmo tempo: quem comunica melhor, aparece mais.
Para o setor veterinário, essa mudança representa um novo cenário. Não se trata apenas de estar presente online, mas de ser claro, consistente e fácil de entender.
Bianca Totti
Colunista VET Conecta para Marketing Veterinário
@bianca.totti
@codigovet
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